19.5.13

As prioridades brasileiras!

Estamos bem próximos de um dos grandes eventos internacionais que o Brasil recebe nestes próximos anos: a Copa das Confederações. Logo depois, em julho, temos a Jornada Mundial da Juventude. Em 2014, a Copa do Mundo e em 2016, as Olimpíadas.

Não estamos medindo esforços para que os estádios fiquem prontos e o Brasil faça bonito para os estrangeiros. As obras que antes custariam alguns bilhões, já passam do dobro do valor orçado. O mais curioso que é bem próximo destes estádios, brasileiros passam horas esperando por uma consulta, outros vivem em comunidades em condições precárias.

A Copa das Confederações dura 15 dias e o sofrimento do brasileiro não tem data para acabar. Será que nossos governantes olham o povo como prioridade? Se fizermos uma pesquisa com a população e perguntarmos o que eles preferem, a resposta será estádios, ao invés de hospitais, escolas, transporte?

Antes a desculpa era que estes eventos traziam obras de infra-estrutura, mas como houveram atrasos, o mais importante é deixar o que será usado pelos visitantes pronto e tudo o que seria construido para o povo fica como promessa, quem sabe, das próximas eleições.

É um abusrdo deixar de dar prioridade aos problemas dos brasileiros para fazer política com empresas privadas e que visam o lucro. Diante deste cenário, a certeza: o Brasil jamais será um país sério. Está chegando a hora de dizer: chega!


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BLOG 06 anos, arquivo: Regular e regulamentar, uma necessidade

Este mês o blog completa 6 anos, por isso vamos vasculhar os arquivos e reeditar alguns textos de opinião que aqui foram publicados.
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Regular e regulamentar, uma necessidade
(publicado em setembro de 2009)

Recentemente, um deputado da Bahia, durante entrevista ao programa Ver TV, da TV Câmara, disse uma frase que merece ser explorada. Na ocasião o programa de debates discutia o sensacionalismo nas redes de televisão e usava como exemplo os programas policiais do nordeste, que fazem do espetáculo sangrento a notícia.

A polêmica frase proferida pelo deputado foi a seguinte: "A mídia tem que ser regulada e regulamentada." Em um primeiro momento, podemos até transformá-la em sinônimo de censura, mas seria uma ignorância por parte de nós, comunicólogos, não darmos o grau reflexivo necessário para entender tal citação.

Na verdade, as palavras do senhor deputado foram apenas estas, bem simples e objetivas – não houve a oportunidade para que explicasse o que seria regular e regulamentar a mídia brasileira. Por concordar com tal afirmação, vou tentar tirar minhas próprias conclusões.

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